Baralho das Emoções – 4ª Edição

Renato Maiato Caminha e Marina Gusmão Caminha
Disponibilidade: Em Estoque.
R$ 85,00

   O Baralho das Emoções é um instrumento facilitador de acesso às emoções das crianças na clínica psicológica. Ele possui 21 cartas com características gráficas para meninos e também 21 cartas com características gráficas para meninas.

   Cada uma das cartas descreve – em desenho – uma emoção específica. O instrumento visa acessar, com mais propriedade, as emoções infantis durante o período de avaliação, assim como também durante todo o processo de tratamento.

  Mesmo que tenha sido idealizado e desenvolvido por Terapeutas Cognitivo-Comportamentais, o Baralho pode ser utilizado de acordo com a criatividade e a necessidade de cada Terapeuta, não importando a orientação teórica que fundamente seu trabalho.

   A 4ª Edição do Baralho das Emoções chega ao mercado revisado e aperfeiçoado pelos autores. O livro, agora com 48 páginas, apresenta em detalhes o produto e sua utilização,após dois anos de aplicação da ferramenta em clínicas de todo o país.

  As cartas (21 para meninas e 21 para meninos) apresentam nova nomenclatura e alternância de cores,também fruto de informações colhidas em consultórios e com o intuito de aprimorar a ferramenta.

   Os formulários (cinco para meninas e cinco para meninos – além do termômetro) são recebidos por e-mail. Todo o kit vem embalado em capa dura.

   Esta ferramenta já é muito usada por profissionais em terapias e por professores em suas aulas.

Sumário

   Introdução

   Uma Breve Revisão sobre as Emoções

   O que é o Baralho das Emoções

   Como é composto o Baralho das Emoções

   O Baralho das Emoções como um instrumento que permite a construção de um diagrama de Conceitualização por meio de um Registro de Pensamentos

   Recursos a serem explorados pelo uso do Baralho das Emoções

   Recursos no Formulário Eletrônico Anexo

   Referências Bibliográficas

Introdução

   Apesar do grande desenvolvimento clínico das psicoterapias cognitivas, a prática clínica com crianças ainda é marcada pela falta de instrumentos padronizados que facilitem o acesso à criança por parte de seu terapeuta.

   Aaron Beck produziu um artigo que fora publicado no ano de 2005 sob o título de “The current state of cognitive therapy: a 40-year retrospective”. Nele encontramos poucas referências à produção científica com crianças se comparada com os inúmeros artigos publicados com pacientes adultos.

   Na apresentação do livro de Reinecke, Dattilio e Freeman, no ano de 1999, intitulado “A terapia cognitiva com crianças e adolescentes”, Beck chamava atenção dos leitores para a escassez de fontes sobre terapia cognitiva com crianças e da importância de tê-las, já que crianças e adolescentes são bastante sensíveis à intervenções psicoterápicas, respondendo, inclusive, mais rapidamente que os adultos em geral.

   Nos dias de hoje o quadro é bem mais otimista com relação à produção científica na área infantil, embora, conforme afirmamos anteriormente, modesto se comparado aos adultos.

   A principal vantagem da prática clínica com crianças é que intervenções precoces podem evitar situações de sofrimento psicológico que poderiam se arrastar por um longo período e, quiçá, comprometer a funcionalidade cognitivo-comportamental adulta.

   A fundamental diferença entre psicoterapia cognitiva de adultos e de crianças é a capacidade criativa do terapeuta para criar linguagens que sejam capazes de acessar a criança e promover o ambiente terapêutico propício ao desfecho do tratamento. Desse modo, a prática clínica com crianças  -  requer sempre uma grande capacidade criativa por parte de quem a prática.

   O presente trabalho que o leitor tem em mãos é fruto de mais de uma década de trabalho dos autores com uma significativa população infantil através de práticas em clínica escola universitária juntamente com práticas privadas e visa, objetivamente, ser um instrumento facilitador da prática clínica infantil, produzindo uma adaptação aos protocolos de psicoterapia cognitiva à infância e possibilitando um rapport, uma facilidade de acessarmos a criança na clínica. (Caminha & Caminha, 2007).

   Além disso, o Baralho das Emoções acaba servindo como um instrumento que facilita ao terapeuta acompanhar o processo terapêutico do paciente, monitorando suas principais emoções, bem como suas intensidades ao longo do tempo de psicoterapia, além de possibilitar a abordagem dos processos cognitivos e comportamentais derivados da ativação emocional.

   Em última instância o “Baralho das Emoções” pode ser utilizado como um instrumento que promove mudanças clínicas significativas conforme as especificidades de sua aplicabilidade.

 

CONTÉM:

- 1 Manual com 48 páginas

- 20 cartas de emoções femininas

- 20 cartas de emoções masculinas

- 2 cartas de termômetros