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Vamos conversar sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA)

31 de Maio de 2019

Hoje vamos conversar sobre o transtorno do espectro autista? 

"Às vezes Antônio se comporta muito mal. Ele fala palavrões, fica `emburrado`, briga com os colegas na escola, não respeita os pais e os avós. Na escola, ele gosta que os colegas brinquem do jeito que ele quer e, se não brincarem, fica muito bravo. Até bate nos colegas. Antônio também não gosta de dividir seus brinquedos, mas exige que seus colegas emprestem os brinquedos deles a ele e, quando não o fazem, ele xinga, bate, grita e até morde. 

Então a professora coloca Antônio de castigo para ele aprender que não deve se comportar dessa forma, mas ele também não respeita a professora. Quando ela tenta falar que ele está se comportando mal, repete o mesmo comportamento inadequado. Olha que feio, como Antônio está se comportando mal! Por que será que ele faz isso? Ele acaba deixando sua professora, seus colegas e até seus pais muito tristes com esse comportamento feio.

Como podemos ajudar Antônio a se comportar melhor?"

(Sonia Moretti em "Transtorno do Espectro Autista: Histórias terapêuticas para trabalhar com crianças" | Sinopsys, 2015)

Você sabia que o primeiro profissional da saúde a usar o termo "autista" foi o psiquiatra Eugen Bleuler? Ele cunhou o termo na década de 1910, ao descrever, em um estudo publicado em revista científica, uma série de características específicas em pacientes com esquizofrenia.

Nos dias atuais, o Transtorno do Espectro Autista (TEA) é "um distúrbio de neurodesenvolvimento de alta complexidade e diversidade de manifestações clínicas - cognitivas, emocionais e neurocomportamentais". As características que orientam o diagnóstico do TEA são bem definidas; entretanto, não existe um biomarcador para isso. 

Dessa forma, o diagnóstico é feito a partir de "um conjunto de informações clínicas sobre o desenvolvimento e crescimento do paciente". (Marchezan, Grokoski e Riesgo, 2018, p. 76)

Em capítulo publicado no livro Transtornos psicopatológicos na infância e adolescência (2018, p.80), Marchezan, Grokoski e Riesgo explicam que

"O DSM-5 define o TEA por duas categorias de critérios principais, uma com três critérios de comunicação social (critério A) e outra com quatro critérios de comportamentos restritos e repetitivos (critério B)."

Dessa forma, são critérios diagnósticos do autismo, segundo o DSM-5:

a. déficits persistentes na comunicação social e na interação social em múltiplos contextos manifestados no momento ou em história prévia, incluindo déficits (1) na reciprocidade socioemocional, (2) nos comportamentos comunicativos não verbais e (3) para desenvolver, manter e compreender relacionamentos;

b. padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades, incluindo pelo menos dois dos citados: (1) movimentos motores, uso de objetos ou fala estereotipados ou repetitivos; (2) insistência nas mesmas coisas, adesão inflexível a rotinas ou padrões ritualizados de comportamento verbal/não verbal; (3) interesses fixos e altamente restritos que sejam anormais em intensidade e foco; (4) hiper ou hiporeatividade a estímulos sensoriais ou interesse incomum por aspectos sensoriais do ambiente.

Conheça nossos recursos:

No site da Sinopsys você conhece o Combo Conscientização do Autismo: são quatro livros infantis que apoiam profissionais e pais durante o acompanhamento psicoterápico de crianças com TEA.

 

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Psicologia, Transtorno do Espectro Autista, TEA

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