Onicofagia na infância: causas, consequências e como tratar - Sinopsys Editora
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Onicofagia na infância: causas, consequências e como tratar

Onicofagia na infância: causas, consequências e como tratar

05 de Junho de 2024

A onicofagia – roer as unhas compulsivamente – não é uma doença, mas um mau hábito que geralmente começa na infância e, em alguns casos, se estende a outras fases da vida. Suas consequências podem afetar tanto a saúde física quanto mental.


Um dos principais sintomas da onicofagia é a presença de unhas curtas e irregulares, muitas vezes com áreas desgastadas, pele em volta dolorida, vermelhidão e feridas que podem ser portas de entrada para infecções.


Além disso, é preciso ficar atento a possíveis deformidades nas unhas, alterações na saúde bucal, como desgaste dos dentes frontais e problemas na gengiva, e até mesmo à queda na autoestima e ao prejuízo nos relacionamentos interpessoais.


Alguns indivíduos com onicofagia crônica mordem as unhas das mãos e pés e a pele ao redor até sangrar. Isso pode ter diferentes efeitos psicológicos, incluindo frustração e culpa.


Origem


As causas da onicofagia podem variar, englobando estresse, ansiedade, tédio, inatividade, timidez, imitação de comportamentos observados em outras pessoas e até fatores genéticos.


O ato de roer as unhas ajuda a liberar a tensão e causa algum prazer, mesmo que por alguns segundos. Por reiteração, no entanto, se torna um mau hábito.


A onicofagia também pode ser de origem psiquiátrica. Entre os transtornos mentais mais comumente relatados em associação a ela na infância, constam: transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH), transtorno de oposição desafiante (TOD), transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), ansiedade de separação e depressão.


Prevenção e tratamento


É importante que pais ou outros responsáveis desencorajem o hábito de roer as unhas logo que percebido nas crianças. O fundamental é não repreendê-las, nem castigá-las ou fazer com que se sintam envergonhadas, mas, sim, explicar-lhes as consequências de persistirem.


Técnicas de relaxamento, como meditação e exercícios de respiração, e a prática de esportes também contribuem para prevenir e/ou tratar a onicofagia. Além disso, manter as unhas curtas e bem cuidadas ajudam a reduzir a vontade de roê-las.


Em casos mais graves, no entanto, é preciso buscar ajuda de profissionais da saúde, como dermatologistas, psicólogos e/ou psiquiatras, que têm os instrumentos para identificar e auxiliar na superação do que está por trás desse comportamento.


Livro


No livro ‘Cadê as unhas? Raul roeu’, a história do menino estimula a reflexão sobre causas e consequências da onicofagia e apresenta estratégias lúdicas de enfrentamento.


De autoria da psicóloga Fabiana Davel Canal e publicada pela Sinopsys Editora, a obra é destinada ao uso clínico, escolar e familiar com crianças a partir de 3 anos que roem unhas.


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Tags

onicofagia, roer unhas, mau hábito, comportamento, infância, desenvolvimento infantil, desregulação emocional, estresse, ansiedade, psicologia infantil

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