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Pense fora da caixa

14 de Março de 2019

Por Deivid Sampaio 

e Juliana Ventura*  


Há alguns anos, a Psicoterapia Infantil tem crescido e tomado uma importância enorme no cenário atual, visto a crescente demanda nos consultórios, a publicação de trabalhos científicos e a oferta de materiais para esse público - dos quais a Sinopsys Editora contribui de maneira substancial. Porém, não é só porque hoje temos materiais que auxiliam o Terapeuta no processo psicoterapêutico que ele deve deixar de usar sua imaginação e criatividade. Muito pelo contrário, é a partir disso que devemos dar asas à nossa imaginação e proporcionar aos nossos pacientes a oportunidade de resolver seus problemas de uma maneira fácil e divertida, porém sempre com embasamento teórico. 


Sem o engajamento do paciente na terapia, dificilmente conseguiremos resultados consistentes e efetivos. Sendo assim, motivá-lo é primordial para que a transformação aconteça. E quer melhor maneira de motivar uma criança se não através da diversão? 



Brincar, ler, contar e criar histórias, representar, assistir filmes, escutar músicas, tudo isso pode fazer parte do processo terapêutico, mas tudo deve ser pensado e planejado de acordo com a demanda do nosso paciente. Já escutaram a icônica frase: "Adequar o recurso ao seu paciente e não o paciente ao recurso"? Pois é exatamente disso que estamos falando. 


Mas como transformar o processo terapêutico em um momento divertido e motivador e, ao mesmo tempo, indo de encontro às demandas da criança sem fugir da teoria? Conhecer seu paciente, saber dos gostos, das preferências, dos desenhos, cores, atividades, esportes que ele mais gosta já é um grande caminho. Quando fazemos isso e alinhamos com as técnicas da terapia, o processo é quase infalível. Se seu paciente gosta de um determinado desenho, estude o desenho, o comportamento dos personagens, as músicas que tocam... com certeza alguma coisa em comum com a queixa apresentada você irá encontrar. 


Dá trabalho? Sim, dá muito trabalho e requer dedicação, mas isso é exigido em todas as profissões. 

Se eu quero ser um bom terapeuta para meu paciente, tenho que me dedicar a isso! 


Lembremos que nosso paciente aponta para a direção que quer seguir, mas quem ajuda na caminhada somos nós, portanto, pensar fora da caixa, se colocar no lugar do nosso paciente usando da nossa empatia e compaixão, é essencial para que possamos ajuda-lo. 



Sobre os autores: 


* Deivid Sampaio é psicólogo (CRP 04/25110) Especialista em TCC da Infância e Adolescência; tem formação no Protocolo TRI, em Neuropsicologia do Desenvolvimento e Treinamento de Pais; Especializando em Transtorno do Espectro Autista.  

* Juliana Ventura é psicóloga (CRP 04/24965) Especialista em Educação Especial, Neuropsicologia e TCC da Infância e Adolescência; tem formação em Reabilitação Neuropsicológica e no Protocolo TRI; Especializanda em Transtorno do Espectro Autista.  

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Tags

infância, psicologia, psicoterapia infantil

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