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Vamos conversar sobre inclusão de pessoas portadoras de deficiências físicas e mentais

11 de Fevereiro de 2020

Hoje vamos conversar sobre inclusão: atitude, política ou tendência que busca integrar as pessoas à sociedade a partir do ponto de vista econômico, educativo, político, entre outros. Propor e buscar a inclusão não é apenas uma questão de solidariedade com aqueles que ficam à margem da sociedade; a inclusão é uma possibilidade de melhoria da qualidade de vida de todas as pessoas.

Entre as formas de inclusão, precisamos pensar sobre a inclusão de pessoas portadoras de deficiências físicas e mentais. Pesquisa do IBGE de 2010 estima que 23% da população brasileira possui alguma deficiência; entre as crianças de até 14 anos, ao menos 7,5% têm uma deficiência diagnosticada. São números significativos que precisam ser levados em conta nas práticas cotidianas: além de garantirmos que estas pessoas terão acesso a todos os ambientes e situações, é necessário acabar com os estigmas e preconceitos sobre crianças, adolescentes e adultos com deficiência. Precisamos conscientizar a sociedade, tornando os cidadãos mais empáticos, solidários e inclusivos.

Desde 1994, a Declaração de Salamanca aconselha que todas as escolas devem acomodar qualquer criança, independentemente das condições físicas, intelectuais, emocionais linguísticas ou outras. Ela se inspira na Declaração de Direitos Humanos de 1948 e reafirma o direito de todas as crianças à educação, incluindo crianças:
- deficientes e superdotadas, 
- de rua,
- que trabalham,
- de população nômade, 
- pertencentes a minorias linguísticas, étnicas ou culturais e
- de grupos em desvantagem ou marginalizados.

Há diferentes formas de inclusão, mas todas incluem o respeito aos diferentes estilos e ritmos de aprender, o atendimento à correção de fluxo (inclusão dos alunos na série mais adequada à faixa etária) e o acolhimento no decorrer da escolarização.

Trabalhe pela inclusão

Ações afirmativas que combatam o preconceito e a desigualdade enfrentada por essas pessoas são necessárias para que a inclusão social das pessoas com necessidades especiais aconteça de fato e de direito. Um dos caminhos para isso passa pela escola, que precisa ser orientada por relações de acolhimento à diversidade humana,e na aceitação das diferenças individuais. Incluir pressupõe aceitar, valorizar, se comprometer com a diversidade: essas atitudes colaborarão com o enriquecimento do desenvolvimento pessoal e social. Por outro lado, é preciso evitar situações que segreguem e discriminem, o que pode acontecer inclusive quando há uma "aceitação das diferenças sem compromisso", ou seja, sem entender, valorizar e apoiar os alunos com necessidades especiais.

Quando falamos sobre inclusão, também precisamos nos preocupar com a forma como o indivíduo se vê e se compreende. Ao se reconhecer como pessoa única, cada pessoa interage com suas limitações, seja mental, física ou psicomotora, e elabora o seu saber peculiar e individual enquanto cria sua identidade no mundo e elabora o conhecimento conforme surgem as oportunidades. Por isso, devemos evidenciar que falar em inclusão é falar de uma inserção incondicional, a qual as escolas precisam moldar-se conforme as necessidades dos alunos.
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inclusão; psicologia

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